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Guias e Dicas
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Tecnologia de produção II, Manuais, Projetos, Pesquisas de Gestão de Custos

Tecnologia de produção II Custos Industriais

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 17/12/2019

alessandro-lima-19
alessandro-lima-19 🇧🇷

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CENTRO
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AULA SOUZA
GOVERNO DO ESTADO
SÃO PAULO
Fatec Sorocaba
Faculdade Tecnologia de Sorocaba
Tecnologia de Produção II
Custos Industriais
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ProfvMsc. Décio Cardoso da Silva
I
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CENTRO PAULA SOUZA

GOVERNO DO ESTADO

SÃO PAULO

Fatec Sorocaba

Faculdade Tecnologia de Sorocaba

Tecnologia de Produção II

Custos Industriais

/

ProfvMsc. Décio Cardoso da Silva I

íNDICE

  • 1- Definições )
  • 2 - Estrutura de custos - 2.1- Custo da Produção - 2.2 - Custo de vendas - 2.3 - Custo da administração i
  • 3 - Ponto de equilíbrio ~
  • 4 - Centros de Custos
  • 5 - Relatórios de =: .\ t O - 5.1 - Conceitos Importantes 1•••••••••••••••••••••••••••••••••••• - 5.1.1 - Requisição de Materia/ J - 5. 1.2 - Funções do Recebimento de Material! I - 5.2 - Custo de Manutenção ': - 5.3 - Custo da Energia Elétrica - 5.4 - Depreciação - 5.5 - Custos das Áreas de Apoio < ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• - 5.6 - Rateios - Critérios J •••••••••••••••••••••••••••••••••• - 5.6. 1 - Modelo ,
    • 6 - Sistemas de Custo! - 6.1 - Sistemas de Custos por Ordem de Produção I
      • 7 - Métodos e Custeio ((~~~~í?..4.0-:~J;?..~..~W. ..AN.Q.l~ ~ ~.B.~
    • 8 - Cálculo do Custo da Produção + - 8. 1 - Cálculo do CMO.•.•........•.....•............•....•..........•...•......•.....•..•.•. .I ••••••••••••••••••••••••• - 8.2- Cálculo do CMOD e do CDIF ••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••• ~•••.••••••••••••••••••••• - 8.2.1 - Exercício 1 •••••.•••...•••....•...

É possível prever a margem de lucro, as perdas, etc. e comparar resultados, tomar medidas quando os resultados não estão sendo atingidos.

A organização é a estrutura de trabalho, dentro da qual as atividades são desenvolvidas. Em geral, uma empresa se estrutura fundamentalmente em: produção, vendas e administração. ~/

O controle econômico é o processo de apuração dos resultados, confrontando o real If

com o plano contido no planejamento. / 1.1- 2 - Estrutura de custos t"ai-~~^5

o lucro é o objetivo das atividades econômicas. O lucro é em função da receita total e da despesa total ou:

L=Rr -Dr

L = -Lucros
R T Re ceita Total

D T Despesa Total

"

Esta equação rege todo o sistema empresarial. Podemos escrever da equação anterior:

Rr=DT +L

Considerando um único produto ou uma linha de produtos, podemos dizer, para cada produto, que:

(~ /~p I(

Cr+L

p = preço de venda do produto = Receita

C T = Custo Total do produto

L = Lucros

o custo total de l

',,1i) CT

C T = Custo Total

C p = Custo da produção

_C v'= Custo de vendas _

C A = Custo da administração ~

O lucro, o custo da administração e o cus o das vendas podem ser pré-fixados para um período administrativo, portanto podemos crever:

V'u\ ~ Pv=~+L

(( f~ I (o (l\j IJ(A~

Co eU ct 1It~ "'''}

cv(

ambém o lucro, sendo pré-fixado podem transformar as parcelas em produto e escrever Portanto, vimos que para uma linha de produtos: Pv = Cr+ L ou substituindo Pv = Cp + Cv + CADM + L Mas as parcelas CV. + CADM + L são valores pré-fixados, portanto podemos e~dCl

transformar a soma total em um produto ou Pv = K X Cp

sendo que K é um fator variável podendo ser K = 1, 2, 3.... e seria definido pelo setor

de vendas de acordo com o mercado. K engloba o C//,: CADM; L

  1. 1 - Custo de Produção (Cel

C~ = CM

~

CMD: Custos de Materiai! Diretos

CDIF,' Custos das ~e~pe~a~ Indiretas de \abricação /

CUSíDS D)~~~ (rv\Q\vvt~)

CMD,· são as ~sas, os gastos com- material(ais) utilizado na fabricação do

produto, e que sejam de fácil medida.
CUSTOS J)I~~ lMrD^ J.

) CMOD" são ~ despesas, os gastos, COI)1 o pessoal que faz o produto. Estas

despesas estão contidas na folha de pagamentos emitida pelo setor de RH.

COSTOS ll\l DlRe\OS

CDIF,· são as despesas com pessoal e material que não são nem Material Direto,

nem M,tr I/~ Direta.~. 'VlL~rJ c:;.IJ.h!i-? ~ ~.;\ 0) .~\ Ó-\ \ ,'-;

Mesmo que a empresa não produza vão existir custos fixos. <;

~

_- Mão de Obra Direta (Operadores)

  • Material Direto (Matéria prima);
  • Ôleo Lubrificante ou Combustível:
  • Ferramentas de Cortei
  • En.érgi~ EI/J-Pic-~/r--_

Exemplo de Custos Variáveis:

Os valores dos custos fixos, podem variar de um mês para o outro mas irão continuar sendo Custos Fixos. Ex.: A tarifa da Energia pode variar. O aluguel ou o salário do supervisor, podem aumentar, mas continuarão a ser custos fixos. O que define ser Custo Fixo ou Variável é a origem do Custo.

3 - Ponto de equilíbrio

Corresponde à quantidade mínima que. se produzida e vendida, a empresa não

terá lucro nem prejuízo. L

~\o- \o- 0JV ~ = CF. + CVV 'li,^ Rr^ =^ P^ X^ q ~ 'fo VOJV..o...ve\ (^) p = preço unitário do produto

q = quantidade produzida e vendida

Srla~ Jo3.

$

Prejuízo

RT

CVV u.sJei)

'-'o \loJe í\

Lucro

Receita mínima suportável

/(,O"','Ü. \JO))fI~ Z

f<7L,.L-~ÇL-...,~-----,--------,:--""-- CF (cte)

Quantidade de produto vendido q

Receita:

\o~J

-\u.

R~t\ P X qV{)JJ~\JolJA

(~ ,\1'.. 11h{..t·(M.,W d" ~,,o r:J.

E = Nivelamento (igualdade) dos custos totais e da receita total.

E = ponto de equilibrio

Se reduzirmos a produção, teremos outro ponto de equilíbrio:

q' q

Quantidade de produto vendido

RT

C'T

o ..L----:-----J,...------'------ CF (cte)
/ cvV

C'VV

§§§ Prejuízo

Recalculado^ [Ill]^ Lucro

No ponto O teremos receita zero e o custo fixo = custo total.. i)jV- 'r;o

O que fazer quando CT > RT? I fi \ í( 'X'~~ Reduzir o CW. C)/to~t ou..~ J.:n'rOf /" OJ. o'vf-t?' .l.) ~rf. ~ (^) .----- m~ ~~o Isto se dá reduzindo o CMOD ~ dispensando pessoal relativp à mão de obra direta. Com esta decisão haverá em conseqüência redução do CMD porque o consumo de material direto será reduzido.

Em resumo, reduzindo CVV para C'W haverá redução do CT para C'T e E passa a ser E' e q será q'. A partir de q' a empresa voltará a ter lucro. '.

I ul1^ ,0.1"^ i

I ,( ';,

. I ..?<- I ..

8

. ,'~!"-V'. .../ \ ' '..

Após receber a requisição, o almoxarifado dá baixa no estoque, entrega o produto ao requisitante, coloca o valor monetário na requisição e encaminha para o setor de custos que lança o valor na conta do setor requisitante. Esta conta, no final do mês, fará parte do relatório mensal de custos do setor. Para materiais não estocados deve ser feito o mesmo procedimento, porém o setor de almoxarifado analisa o pedido e encaminha para o setor de gestão de estoque lançar como estatística de consumo e encaminha essa listagem para o setor de Compras. Lembramos que como se trata de um sistema computadorizado, é preciso ter senha de acesso ao sistema de suprimentos, para se fazer uma requisição.

5.1.2 - Funções do Recebimento de Material

  • Receber os materiais;
  • Antes do descarregamento do material verificar a Nota Fiscal, procedência, etc., conferir com a cópia doPediqo~ de Compra (emitido pelo setor de Compras),.....•_,-- conferindo: produto; quantidade; prazo de entrega; preço; condições de pagamento. Fazer a inspeção e solicitar testes se necessário. Se estiver tudo de acordo com o pedido de compra, dar entrada no almoxarifado e do material recebido e encaminhar a nota fiscal (carimbar) para pagamento. Em hipótese nenhuma receber a mercadoria sem nota, com algum item faltando ou com incorreções: de preço, prazo, etc.

o setor de Compras é responsável pelas compras na empresa, inclusive das compras dos serviços terceirizados e pelos contratos. O comprador somente efetua uma compra mediante uma solicitação de compra de material originada no setor de Gestão de Estoque.

O setor de gestão de estoques faz o controle das quantidades e materiais necessários para a empresa funcionar e que devem ser armazenados e é responsável pelo valor monetário do estoque. É política da empresa manter os níveis de estoque baixos para não ter muito dinheiro (capital) "parado" em prateleira. É o setor de gestão de estoque que envia diariamente as listas de compras para o setor de compras.

Lembrete:

  • Somente existe custo de material quando houver consumo, e o consumo só4- existe quando um material é retirado do almoxarifado.
  • O custo de mão-de-obra é lançado na folha de pagamento baseando-se nas horas apontadas no Cartão de Ponto e nos encargos sociais. O consumo de mão-de-obra começa a ocorrer quando o funcionário passa o cartão de ponto na entrada em serviço.

5.2 - Custo de manutenção

Todos os centros de custos, mesmo os administrativos, precisam de manutenção e para haver reparo de equipamento ou de instalações é necessário que o interessado emita um documento denominado ORDEM DE SERViÇO que serve para solicitar ao setor de manutenção determinado reparo. Nele deve constar: o código do centro de custo interessado, a especificação do serviço, materiais e mão-de-obra e tempo, utilizados no reparo, assim como as dificuldades encontradas. Ao ser concluído o reparo, este documento é encaminhado ao setor de custos para ser lançado no relatório mensal daquele centro de custo. Atualmente a manutenção fabril é terceirizada. Trabalha-se com taxa-hora de manutenção. Portanto, se a manutenção for interna, o sistema utilizado é o mesmo, isto é, tem que existir uma taxa-hora de manutenção para os diversos serviços: manutenção elétrica, mecânica e predial. Esta taxa-hora da manutenção se baseia na, soma de todas as despesas inerentes à marlutenção dividida pelas horas-cartão de todo õ

pessoal do quadro de manutenção. -^ ~

O setor de manutenção é também um centro de custo. Portanto também tem despesas próprias e também recebe como os demais setores, o relatório mensal de custos, onde estão relacionadas todas as despesas com pessoal e material próprias do setor de manutenção. As OS (Ordens de Serviço) e seus gastos não são listadas, nem consideradas no relatório mensal de custo do setor de manutenção. No final de cada mês, o chefe da manutenção deve fazer a conciliação das horas, isto é, comparar as horas cartão (registradas pelo Cartão de Ponto) com a soma das horas gastas e especificadas nas OS. O custo de manutenção de um setor como vimos é feito por OS. Para o cálculo do custo da OS é preciso calcular a taxa - hora de manutenção, todos os meses. Este cálculo é o valor total das despesas próprias do setor de manutenção dividido pelas Horas - Cartão de todo o pessoal que opera na manutenção. Tudo referente ao mês anterior. As despesas do setor de manutenção estão contidas no relatório mensal de custos.^ ••

Taxa Hora de Manutenção = Ldespesas de manutencão do mês anterior Horas (cartão do pessoal de Manutenção)

Cálculo do custo de uma OS:

a) Relacionar peças e materiais utilizados através de requisições e lançar seus valores na OS; b) Registrar o tempo gasto para realizar o reparo mesmo que sejam utilizados vários serviços (mecânico, eletricista, encanador, etc.), o tempo é calculado pelo registro do i icio e fim do serviço na OS; c) Utilizar a Taxa-Hora de manutenção para calcular o custo do serviço.

Portanto o custo da OS fica sendo:

Custo da peça e materiais utilizados + (Taxa-Hora de manutenção x tempo de enção)

5.4 - Depreciação

É a desvaloriza ão dos e ui amentos e instala ões. A empresa, porém, ao investir na compra de um equipamento ou instalações quer o retorno do Capital (ganho com o uso do equipamento) e quer também recuperar o capital investido. O retorno se obtém com a fabricação e venda dos produtos. A recuperação se obtém com o sistema de cálculo da depreciação. É preciso estabelecer a vida útil dos equipamentos. A legislação permite a adoção de períodos de depreciação para vários tipos de equipamentos, levando em conta desgaste, o absoletismo, e a inadequação ao processo." º ,!alor d-ª. compra do equipamento não pode ser considerado custo industrial. Trata-se de investimento que poderá ser recuperado mensalmente em parcelas, na forma de Depreciação, até que se

exttngue o valor total da compra. Este valor calculado é lançado mensalmente no usto do

setor onde está o equipamento ou a instalação, até o prazo final estipulado (T).

D=VI-VF

T

D = Depreciação

VI = Valor Inicial da Aquisição

VF = Valor Final concluída depreciação

T =Tempo de depreciação

o Cálculo da depreciação é feito anualmente, e é dividido por 12 meses. Cada fração é lançada mensalmente no relatório de custos do setor li dono do equipamento" ou está alocado.

D=VI-VF

T

Exemplo:

Calcular a Depreciação de um equipamento cujo valor de compra é R$ 30.000, reais e considerar o valor final igualO depois de 10 anos

D=VI-VF

T

D =30.000,00 - O = 3.000,00 reais/ano ou 10

3000,00 = 250,00 reais/mês 12

Este valor será lançado no relatório mensal de custo do setor qual pertence o equipamento, durante o 1^0 ano.

Foram depreciados 3.000,00 reais. Faltam 30.000,00 - 3.000,00 = 27.000,00. Aplicar a correção ~onetária (supor 5%) 27.000,00 X 1,05 = 28.350,00 reais (301200 - 3.oDuj- I~ f::: z'd 3ôD 3 ~Q'YlQ

28.350,00 - 3.150,00/9 anos Ano (. o \20 p.s ro _ 3 1--0. ) L Df' _

B 3.150,00 = 262,5 reais/mês 12

:3 301, '(júvvu'J

z, Z7~ 02 K$/wiA

Este valor será lançado no relatório mensal do centro de custo ao qual pertence o equipamento durante o 2^0 ano e assim sucessivamente até o décimo ano.

5.5 - Custos das Áreas de Apoio

Os valores totais dos relatórios de custos das áreas de apoio são lançados por rateio nos setores produtivos (Tornearia, Fresagem, Retificas, Tratamentos Térmicos, Tratamento de Superfície, etc.)

São áreas de apoio:

- Diretoria Industrial; - RH; - PCPj - Suprimentosj - Tempos e Métodos; - Engenharia I Projetos; - CQ (Controle da Qualidade); - Manutenção; - Ferramentariaj - Custos

As despesas que são de difícil definição do setor responsável por ela, ou se são referentes a várias áreas e de difícil medida de consumo e ainda as despesas todas da 0. diretoria, gerência e áreas de apoio, são todas elas rateadas entre os centros produtivos. 1 Obs.: O custo da manutenção específica é feito por OS e a manutenção geral (de interesse de todos os setores) é feito por rateio. ,(

en ro e us os:

($)MÊS

($) DESCRiÇÃO ($)MÊS ($)^ ($) ANTERIOR ORÇAMENTO^ DIFERENÇA ACUMULADO AJUSTADO

Mão de obra (^) q (Ó 000 direta

Mão de obra 2;0 000 indireta

Ordem de

serviço (OS)^ ~O^ 00'

Material de Consumo (^) l,a~oO

Ferramentas

de corte^6000

Óleos e Graxas '

Depreciação Il 00'

i; Rateio das

I

áreas de (^) 1f 000 apoio 'Z.\

Rateio da

energia 50otO

Rateio de ar comprimido (^) -

Rateio de anutenção Geral^ $:u'D

Viagens -^ -

TOTAL

oras cartão Li^ ~oO

5.6.1 - Modelo Relatório de Custos Mês: ABRIL C t d C t TORNEARIA

6 - Sistemas de Custo

Sistemas de custo são redes de informações sobre os gastos diários feitos por todos os setores e centralizadas no setor de custos.

custo por ordem de produção custo por processo custo padrão

'.4J6-<ie-pmé~do dl G~ro~fI~ .d. e ca) ~.

Há 3 possibilidades:

Iremos adotar o sistema de custos por ordem de produção que é o sistema mais utilizado pelas indústrias mecânicas. (^) r" _f_ (^) 50r 'VIA I "V'\ (^) ú~1.J/~, 'OD-~ .::. en'
.} {O-.
~t<folA\U' 6.1 - Sistema de Custos por Ordem de Produção Q~l ~ 'fepíesen\o. o fi'! ~ ~ ~<f.U.\ do çrodt{ kJ ·em <aJo 5 0S^ 1- O processo de produção é estabelecido com base em uma Ordem de Produção .proc.t4lo.

l (OP). Cada ordem de produção possui um número. Ex: OP n? 90/03.

I~ 2- Esta OP é aberta (preenchida) pelo PCP (Planejamento e Controle da Produção) e este documento é encaminhado aos setores produtivos com a finalidade de informar o que será fabricado no dia ou na mesma semana ou no mês. 3 - Para abrir uma OP, o PCP se baseia em uma Ordem de Fabricação (OF) que é emitida pelo setor de vendas ou ainda por uma solicitação do setor de controle de estoque de produtos acabados. Este estoque deve manter-se em nível adequado para vendas diretas e atender á assistência técnica (peça de reposição); 3- A OP deve vir acompanhada dos seguintes docum~tos: D ~

. \e~ do ~ prod-· OU <~\U. r..u

- Cartão de fabricação ou de métodos; ~ ceff- - \O;i\ o. O t> i e.. V1 CUVL~ _d o.:

  • Desenho do produto_ a ser fabricado;" 0:0 v ~ '~. lJ) - Requisição da matéria prima ao almoxarifado. e o s ~.~ ::>& "~Y~.~.'\A C ~a.AC~ o eA .\G') v e- C:l,~ ~rociv(.RCl-J 0Il:Dl ~ 0\9::J A ficha de controle da produção (cartão de fabricação ou folha de métodos) deve conter:

1 - Sequência das operações e método de fabricação (como fazer?);

2 - Centro de custo onde essas operações serão realizadas (onde fazer?); 3 - Quantidade a produzir e tempo padrão das operações (quanto e em que tempo

fazer?);

4 - Matéria-prima, ferramental e dispositivos a serem utilizados (com que fazer?);

5 - Data da execução (quando fazer?) Qualquer modificação no processo, no tempo, na matéria prima, no método, deve ser imediatamente feita a alteração no cartão de fabricação. As informações relativas ao processo de fabricação ficam sob responsabilidade do Setor de Tempos e Métodos. Concluída a operação ou (concluídas) as operações, o cartão de fabricação, após utilizado pelo PCP deve ir ao setor de custo para custeio da referida OP. Este sistema está atualmente sendo realizado por sistema computadorizado. Após calculado o custo da OP, calcula-se o custo unitário do produto.

  1. 1- Cálculo do CMD

Conhecida a necessidade de material a ser programada (QI) para fabricar o lote de peças, programa-se e faz-se a produção. No final temos:

1 Kg de material (matéria prima) custa X

ct /QI (Kg) de material requisitado custa CMD ~Q.~~~

2 f ~ l>(~')~.

l.(~- CMD X 1 Kg = X X QI

I CMD=X X QI I

X = preço unitário da última entrada

Exercício:

Calcular o n° de peças a serem programadas para se obter 2.000 peças aprovadas e liberadas sendo 5% as perdas no processo.

QI = Quantidade Inicial programada

QF = Quantidade Final aprovada 5% = perdas

QI - perdas = QF

QI - perdas = 2.

QI - (5% x QI) = 2.

0,95 X QI = 2.000 Q. \ I O I~ 5 := 1J;;.oO

QI = 2.000 = 2.105,2 - arredondando para cima = 2.106 peças 0,

Q (^) \ I.^ _~ - O^ r of~ :::~

Calcular o material necessário para fazer as peças do exercício anterior, sendo dados: Perda de material no processo de usinagem = 3% Peso final da peça acabadª- = 10 Kg.

N° de peças iniciais = 2.

r~'J PI - pef[das = PF PI - (3% x PI) = 10 Kg/peça 0,97 x PI= 10 PI = .1JL= 10,30 Kg/peça (não arredondar) 0, PI = peso/peça a ser requisitado

Peso Total: 2.106 x 10,30 = 21.691,8 Kgs

8.2 - Cálculo do CMOD e do CD1F

Já calculamos o CMD, falta calcular o CMOD e o CDIF.:

(I)

Vamos raciocinar para fazer 1 peça:

Durante este processo esta havendo consumo de mão de obra direta e despesas indireta~, porque a fábrica está funcionando. Portanto, para fabricar 1 peça, durante este

tempo de operação temos gasto de (CMOD + CDIF) parcial e durante o mês todo vamos ter

o gasto (CMOD + CDIF) ~I.

Vamos chamar

A ($) (11 )

o valor A($) representa todo o valor gasto com mão de obra direta e despesas indiretas no mês anterior do setor de tornearia e

(CMOD + CDIF) parcial - B($) (111)

são os gastos para fabricar 1 peça durante o tempo da operação.

Voltando em (I):

Cp (1 peça) = CMD (1 peça) + B($)

Sendo CP o custo da produção para fabricar 1 peça

Vamos relacionar estes valores (A e 8) com o tempo:

A ~ Horas-Cartões mensais dos operadores

X

B ~ Tempo em Horas de Operação 20 ~(~